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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O que pode ser mas rápido que a Luz?


Albert Einstein deve estar se revirando em seu tumulo, depois da ultima descoberta dos cientistas da França

Partículas elementares conhecidas como "neutrinos" foram lançadas do Cern, na Suíça, em direção ao laboratório subterrâneo de Gran Sasso, na Itália, a 730 km de distância. Segundo os pesquisadores, elas chegaram 60 nanosegundos (ou 60 bilionésimos de segundo) mais rápido do que a luz em seu destino.

Parece pouco, mas segundo Einstein, nada no Universo poderia ser mais rápido que a velocidade da luz -- nem 1 nanossegundo.

O resultado abre "perspectivas teóricas completamente novas", disse o CNRS em  comunicado.

"Dito de outro modo, em uma 'corrida de fundo' de 730 km, os neutrinos cruzaram a linha de chegada com 20 metros de vantagem" , explicou o CNRS.

Os físicos que fizeram a descoberta, pedem que outros físicos tentem de certa forma provar que o estudo realizado por eles esteja errado, pois caso contrario isso pode e irá abalar os teoremas elementares da física.

Vamos aguarda novos pronunciamentos!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Em nome da Ciência

Será uma série de postagens com cientistas que acabaram se ferindo ou acabando com a propiá  vida "Em nome da Ciência".


iremos começar com Robert Busen

Qualquer um que prestou o mínimo de atenção nas aulas de laboratório vai lembrar que existe um objeto chamado “Bico de Bunsen” por lá e é deste mesmo Bunsen que estamos falando. O cientista alemão começou a carreira na química orgânica, mas quase morreu duas vezes por envenenamento – arsênico, pra variar. Mas ele não desistiu e continuou com suas experiências por um tempo.
Só que aí, Bunsen perdeu a visão de um olho. Ele acidentalmente causou uma explosão com cianeto de cacodilo e um caco de vidro voou em seu olho direito (não, cacodilo e caco de vidro não foi piada). E foi aí, meu amigo, que ele decidiu trabalhar com química inorgânica e ficou famoso. É, há males que vem para o bem.

Descobrindo os Físicos - Niels Bohr


Niels Bohr nasceu em Copenhagen, Dinamarca, em 7 de Outubro de 1885. Obteve seu doutorado na Universidade de Copenhagem em 1911 e logo a seguir foi para a Inglaterra onde trabalhou inicialmente com J. J. Thomson e depois com Ernest Rutherford. A partir do modelo criado por Rutherford, Bohr desenvolveu um modelo de átomo que logo alcançou ampla aceitação na comunidade de físicos e químicos. A partir desse modelo, a chamada Teoria Quântica se expandiu com os trabalhos de Heinsenberg e outros. Por esse trabalho Bohr ganhou o prêmio Nobel de 1922.

Na década de 30, Bohr trabalhou ativamente em modelos do núcleo atômico criando o chamado "modelo da gota líquida" que foi fundamental no entendimento dos processos de fissão e fusão nucleares. Bohr acreditava firmemente nos postulados da Mecânica Quântica e, durante muito tempo, participou de uma controvérsia com Einstein que considerava o aspecto estatístico dessa teoria como insatisfatório. A "interpretação de Copenhagen", síntese das idéias de Bohr e outros acerca da natureza quântica, ainda hoje é objeto de disputa entre filósofos da ciência física embora não tenham surgido, até hoje, resultados experimentais que a contradigam.

Durante a segunda guerra, Bohr foi obrigado a fugir da Dinamarca e viveu nos Estados Unidos quando a bomba atômica foi construida e lançada sobre o Japão. No anos após a guerra, Bohr participou de vários movimentos pacifistas que propunham o fim da produção de armas nucleares.

Bohr morreu em Copenhagem em 18 de Novembro de 1962. O Instituto de Física Teórica da Universidade de Copenhagem onde trabalhou durante quase toda a vida passou a se chamar Instituto Niels Bohr em homenagem ao grande físico dinamarquês.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Classificação de estrelas


O esquema de classificação estelar descreve estrelas de todas as temperaturas, começando com as mais quentes, as estrelas "O", e agora terminando com as frias anãs Y.
A escala inteira inclui as classes: O, B, A, F, G, K, M, L, T, Y. O nosso Sol amarelo pertence à classe G de estrelas. Estrelas M, para comparação, são mais frias do que o nosso Sol e mais avermelhadas.
Enquanto as classes O até K são consideradas estrelas, os objetos M e L são uma mistura de estrelas e anãs marrons, e os objetos T e Y são anãs marrons puras.
O termo "anãs marrons" foi escolhido porque, quando foram descobertas, os astrônomos também não sabiam que cores esses objetos realmente teriam nos comprimentos de onda visíveis, e marrom não é uma verdadeira cor da luz (não existem "fótons marrons").
Os astrônomos agora sabem que as anãs T parecem avermelhadas, ou magenta, aos nossos olhos. Mas eles não estão certos de que cor são as anãs Y, uma vez que esses objetos não foram detectados em comprimentos de onda visíveis.

Monitoria UFSC 2011/02


Horários de Monitoria:(Sala de Monitoria - Térreo - Departamento de Matemática)